Perder alguém que amamos nunca é fácil. É um momento de dor, confusão e lembranças difíceis. E, no meio de tudo isso, surgem obrigações legais que parecem só aumentar o peso emocional: Inventário.
Muita gente prefere adiar esse processo, acreditando que pode esperar. É compreensível.
Lidar com documentos, cartórios, prazos… parece demais quando o coração ainda está em luto. Mas a verdade é que não fazer o inventário pode trazer mais dor de cabeça do que enfrentá-lo com apoio jurídico desde o início.
O Que Pode Acontecer Se Eu Não Fizer o Inventário?
O inventário tem um prazo legal de até 60 dias após o falecimento para ser iniciado.
Após esse prazo, começam a ser cobradas multas e juros sobre os impostos devidos.
Além disso, os bens ficam “presos”, impedidos de serem vendidos, transferidos ou regularizados, o que pode dificultar o uso e até a preservação do patrimônio deixado.
Ainda, em alguns casos, a falta de inventário pode gerar conflitos familiares, como foi o caso de Cid Moreira e, por um tempo, de Gugu Liberato, bloqueio de contas bancárias e até problemas com imóveis ou veículos.
Mas Fazer o Inventário Tem Seus Benefícios
Fazer o inventário garante que tudo seja resolvido de forma segura, legal e organizada. É a única forma de regularizar os bens, distribuir o que foi deixado e seguir em frente sem pendências. E o melhor: você não precisa passar por isso sozinho(a).
Contar com uma advogada de confiança pode transformar esse processo. Você terá alguém para cuidar da burocracia, organizar os documentos, dialogar com os herdeiros e, principalmente, te aliviar dessa carga em um momento tão delicado.
Se você está passando por isso ou conhece alguém que está, saiba: é possível enfrentar esse processo com mais leveza e segurança.
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